O primeiro livro da Trilogia da Magia tem fantasia de sobra e explicações lógicas para acontecimentos de menos.
O livro começa com dois irmãos que têm o mesmo sonho todas as noites mas logo elas descobrem que este não é um sonho normal, pois são raptados por uma terrível bruxa que sequestra crianças da Terra para serem seus escravos mas também por está procurando uma criança especial chamada de criança esperança que segundo lendas locais é uma criança que tanto pode acabar com o reinado da bruxa como também completar o poder desta e suplantar este mundo e escravizar toda a terra. Logo que chegam no Reino de Ithrea a terrível bruxa Dragwena testa seus poderes mágicos Rachel se sai muito bem até resistindo a parte dos encantamentos da bruxa enquanto seu irmão não mostra nenhum sinal de poder, mas que logo descobre que sua habilidade não é de fazer magia mas de a desfazê-la.
Rachel é treinada por um criado da bruxa que tem grandes habilidades de magia mas o que ninguém sabe é que ele faz parte de uma resistência que está organizando forças para lutar contra a terrível bruxa, porém eles não têm força para combatê-la por isso estão a espera de uma criança que segundo as lendas seria capaz de vencer a bruxa e ele logo percebe que esta criança é Rachel.
O livro é simples e fácil de ler. Ele não flui espantosamente por ser bem escrito, mas por ser pequeno e suas maiores descrições não nos gastam mais de 1 minuto as lendo.
Eu confesso que esperava mais do livro, pois o mundo crido por McNish é bem interessante e eu senti que faltou um pouco mais de descrição dos lugares. Concordo que isso talvez fosse proposital, pois o livro foi feito notavelmente para crianças, com uma estória que pode ser contada a uma criança antes de ela dormir, mas mesmo assim senti falta de uma aprofundação maior sobre aquele mundo.
A trama não tem um grande atrativo em quesito trama. Mas aos fãs de fantasia, que gostaram principalmente de As Crônicas de Nárnia, o livro é uma boa pedida.
A edição é bem bonitinha e as ilustrações são um show à parte. Talvez valha mais comprar o livro pela bela edição do que pelo interesse pela estória em si...







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