domingo, 22 de julho de 2012

Wall-E prova que até robôs podem se emocionar

Por em domingo, 22 de julho de 2012
No ano 2700, a Terra se tornou um lugar inabitável devido à imensa quantidade de lixo despejado. É quando o solitário robô WALL-E, encarregado de limpar o planeta, tem a oportunidade de ter uma nova vida e conhecer os humanos, que agora vivem em uma imensa nave chamada Axiom.

É um pouco complicado para mim falar sobre um filme que amo incondicionalmente e que desde Rei Leão nunca tinha me tocado tanto.Mas quando poderíamos imaginar que um filme que tem como seu protagonista um robô, é de animação e praticamente não tem falas ia nos emocionar tanto? A incrível Pixar conseguiu fazer isso criando um dos filmes de animação mais belos já feitos. A ousadia do estúdio em nos apresentar um filme onde não há falas e que é um filme feito especialmente para você sentir, deixar que a emoção te leve é impressionante. Tudo isso só pode acontecer quando há amor, e a Pixar tem amor ao que faz e é este amor que difere o estúdio de tantos outros.

Em minha nada humilde opinião, o filme, implicitamente,  mostra que a Pixar tem a capacidade de levar a emoção para todos, desde o machão da rua que tem cara de mal, até a criancinha indefesa que chora ao deixar cair seu pirulito no chão. Ver as mãos de Wall-E e Eva tocarem uma na outra é tocante e aqui é mostrada uma das cenas mais belas que eu já vi.

Os olhos tristes, o modo atrapalhado e a graça em tudo aquilo é claramente uma homenagem à Charles Chaplin. A poesia empregada nas cenas faz com que nossos olhos brilhem e que fiquemos encantados com tudo aquilo que nos é mostrado. Com tudo isso, Wall-E se torna um clássico moderno e se junta à vários outros filmes como uma obra-prima do cinema mundial.

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